O Mundo em Movimento http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br O blog O Mundo em Movimento tem a pretensão de falar sobre vários assuntos, além do mundo do automóvel. Thu, 11 Jul 2019 17:16:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Acordo com a UE é ameaça ou oportunidade? http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/11/acordo-com-a-ue-e-ameaca-ou-oportunidade/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/11/acordo-com-a-ue-e-ameaca-ou-oportunidade/#respond Thu, 11 Jul 2019 17:16:59 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9953

Foto: Divulgação

A abertura de mercado, com acordos comerciais como o recém-assinado Mercosul – União Européia, pode proporcionar uma real oportunidade para inserção da indústria nacional no contexto global, ao mesmo tempo que pode contribuir para que a capacidade intelectual e o talento para a inovação sejam de fato os diferenciais competitivos tanto para as empresas, como para os profissionais.

A avaliação é de Eugênio Cézare, executivo da indústria automobilística que atua há décadas na área de manufatura. Ele elencou alguns itens para reflexão sobre o papel do carro no próximo período, “para tentar compreender quais as competências estratégicas necessárias para administrar a nova onda de negócios”, revelou.

Considerando que todas as montadoras possuem operações espalhadas pelo planeta, com diversos formatos de negócios, Eugênio avalia que haverá grande ociosidade, considerando a capacidade produtiva de todas as fábricas do mundo.

“Na operação de manufatura, alguns fatores adquirem enorme peso, como a relação entre os altíssimos investimentos nos processos produtivos, tecnologias embarcadas e os ciclos de vida dos produtos cada vez mais curtos”, explicou o executivo.

Para ele, a saúde da cadeia de suprimentos depende da estabilidade da demanda e dos volumes. Sem o fluxo e planejamento adequados, é inevitável o efeito chicote no setor de autopeças.

O Brasil vem perdendo posições no ranking mundial: caiu de quarto lugar em 2013 para oitavo no ano passado, com apenas 2,5 milhões de veículos vendidos, sendo que já chegou a quase quatro milhões. Ou seja, o consumo está longe do seu potencial, que, segundo especialistas, é de pelo menos cinco milhões de unidades por ano, considerando as necessidades do País e a baixa relação habitante/veículo. “No entanto, acha Eugênio, com algumas raras exceções, a indústria automotiva no Brasil não alcançou ainda um patamar de consolidação”.

Ele faz algumas considerações sobre o que o mercado reserva para o setor. A primeira delas é que o futuro é o compartilhamento, com o carro sendo considerado muito mais como um serviço de mobilidade do que um produto. Quanto à matriz e a forma de propulsão, seguem fortes as pesquisas para melhorar a eficiência energética nos motores a combustão e há investimentos nas modalidades elétrica, híbrida e célula de hidrogênio.

“A conectividade e a dirigibilidade autônoma também tem feito surgir modelos de negócios inéditos com a inserção de startups de tecnologia no supply chain”, avalia.

O executivo considera que esses desafios – aliados aos temas do momento (conectividade, eletrificação e autonomia) exigem uma revisão total das estratégias de negócios, no Brasil e no mundo.

 

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Novidades levam sedãs compactos a crescimento http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/08/novidades-levam-sedas-compactos-a-crescimento/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/08/novidades-levam-sedas-compactos-a-crescimento/#respond Mon, 08 Jul 2019 19:11:42 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9949 – Com três lançamentos, segmento teve aumento de 58,6% nas vendas este ano
– Veja o ranking dos sedãs e quanto cresceu cada segmento no semestre

O sedã compacto foi o segmento que mais cresceu no primeiro semestre, uma alta expressiva, de 58,6%, bem acima do crescimento do mercado de carros e comerciais leves no período, que foi de 10,8%.

Foram licenciados 52.351 carros dessa categoria, contra 33.016 no primeiro semestre do ano passado. O crescimento não foi por acaso: o mercado tem este ano três carros novos, que estão atraindo a atenção do consumidor.

O primeiro a chegar foi o Virtus, lançado em janeiro do ano passado; depois veio o Yaris, que começou a ser vendido em julho e finalmente o Arrizo, em dezembro.

Outra razão do crescimento foi o grande volume de venda para frotistas, que buscam carros com bom custo-benefício: mais baratos, econômicos e confortáveis.

O Virtus foi o mais vendido na categoria, com 21.965 unidades no semestre e também o que mais cresceu: 29,7%. O Yaris, lançado em julho de 2018, vendeu 14.751 no semestre e é o vice líder, enquanto o Honda City, terceiro colocado, vendeu 7.837 unidades e cresceu 23,7%. Na quarta posição, o Cobalt aparece com queda expressiva de vendas: passou de 8.309 no primeiro semestre de 2018 para 6.704 agora. E o Arrizo, que chegou no fim do ano passado, vendeu 1.056 unidades.

Veja o ranking dos sedãs compactos no primeiro semestre de 2019

Além do sedã compacto, outros cinco segmentos tiveram crescimento no semestre, entre eles o dos utilitários esportivos (17,9%), que já vêm num crescimento nos últimos anos, e o dos hatchs pequenos. Foram vendidos 271.177 SUVs, contra 230.082 no primeiro semestre do ano passado e 492.217 hatch pequenos, categoria que mais vende no País e que teve crescimento de 11,5% este ano.

Cresceram também os furgões e as minivans (veja quadro). Houve também novidades no segmento, como o TGE, da MAN, o Expert, da Peugeot e o Jump, da Citroën.

Peruas, sedãs (pequenos, médios e grandes) e hatchs médios perderam espaço no mercado.

Veja  o ranking dos segmentos que mais cresceram e os que mais perderam em 2019

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Logística Verde lança guia de boas práticas http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/05/logistica-verde-lanca-guia-de-boas-praticas/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/05/logistica-verde-lanca-guia-de-boas-praticas/#respond Fri, 05 Jul 2019 21:13:33 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9946 Objetivo é adotar transporte mais eficiente para reduzir emissão de gases

O Programa de Logística Verde Brasil (PLVB) lançou o Guia de Excelência em Sustentabilidade para boas práticas no transporte de carga que mostra o resultado de empresas participantes do programa que conseguiram reduzir em até 30% das emissões de gases de efeito estufa.

Entre as práticas sugeridas pelo Programa estão a renovação e modernização da frota, utilização de sistemas de informação para rastreamento e acompanhamento de frota, além de treinamento de motoristas para uma direção correta.

O Guia mostra, também, como as empresas podem reduzir 50% da emissão de gases só usando veículos com maior eficiência energética no transporte de carga e como podem aumentar a taxa para 90% combinando os veículos eficientes com energia renovável, como energia solar ou eólica.

O PLVB começou em 2015 e reúne 28 empresas de logística e outros segmentos, com apoio da Universidade Federal do Rio de Janeiro, para implementar medidas socioambientais na logística, reduzir o impacto ambiental, aumentar a eficiência operacional e reduzir custos.

Márcio D’Agosto, coordenador do PLVB, conta que “depois de três anos, o programa conseguiu resultados práticos que comprovam que é possível à iniciativa privada alcançar eficiência na operação logística e, ainda, estabelecer processos mais sustentáveis”, disse

O Guia está disponível para download no site do PLVB (https://plvb.org.br/wp-content/uploads/2019/07/Guia-de-Excelencia.pdf)

 

Kalyne Rannieri

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Na pista, Fiat 147 comemora 40 anos do etanol http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/04/na-pista-fiat-147-comemora-40-anos-do-etanol/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/04/na-pista-fiat-147-comemora-40-anos-do-etanol/#respond Thu, 04 Jul 2019 21:53:58 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9929

Em cinco de julho de 1979, ganhava as ruas o primeiro carro fabricado em série movido a etanol

Pioneira na fabricação em série do motor movido a etanol, a Fiat comemora 40 anos do modelo 147, que logo foi apelidado de Cachacinha, por causa do odor de álcool exalado pelo escapamento. O lançamento foi um marco importante na engenharia automotiva brasileira, que a partir daquele dia 5 de julho de 1979 engatou uma marcha na direção do desenvolvimento de tecnologias em prol de veículos mais eficientes e menos poluentes.

Para celebrar o aniversário de quatro décadas, a marca italiana convidou a Autoinforme para conhecer a primeira unidade do 147. Mais ainda, para acelerar o carro na pista de testes da fábrica de Betim (MG).

O exemplar raro – que na época foi vendido para o Ministério da Fazenda em Brasília – faz parte nos dias de hoje do acervo de clássicos da Fiat e está praticamente original, sem restauração.

“É emocionante ver esse carro de perto não só pela importância de ser realmente o primeiro Fiat 147 a etanol, mas também por estar funcionando perfeitamente, com todos os elementos de época originais, como partida a frio e afogador, além de preservar a tampa vermelha do motor e a pintura original, com direito alguns toques de batida de porta”, afirma Robson Cotta, gerente de Engenharia Experimental da Fiat Chrysler Automóveis (FCA).

FCA – Fiat Chrysler Automobiles . Foto Leo Lara/Studio Cerri

Sessão nostalgia  

Confesso que me emocionei ao ver o Fiat 147, logo me veio lembranças a bordo do pequeno grande modelo, que fazia parte da família na década de 1980 e com o qual aprendei a dirigir, aos 13 anos de idade.

Ao entrar no carro, segui o ritual que meu tio fazia para sair rodando. Coloquei o cinto abdominal (naquela época não existia o transversal), ajustei o banco sem encosto de cabeça e os retrovisores interno e externo do lado esquerdo (o retrovisor do lado direito não existia na época). Ao dar a partida, segurando na ignição por alguns segundos e com o pé em meio curso no pedal do acelerador, logo senti aquele cheiro do etanol no seu interior.

Ao meu lado, como passageiro, Robson Cotta, gerente de engenharia da FCA, perguntou se eu já tinha guiado um Fiat 147

Com o carro ajustado, motor ligado, era hora de relembrar a tocada. Engatei a primeira não sem antes colocar a segunda marcha, manhã que aprendi com meu tio para não arranhar o câmbio. Mesmo assim, fiquei na duvida se tinha engatado.

– Pelo jeito você já dirigiu um Fiat 147, perguntou Robson Cotta, quando percebeu minha intimidade com o carro. Disse que estava cansado de ouvir arranhadas nos engates.

– O engate mal feito dói como uma facada.

Diferente dos carros de hoje, onde tudo tem assistência, a experiência é mais direta, ao rodar você sente a direção e freios mais duros, dando mais trabalho ao motorista: a direção não é hidráulica e não tem servo freio deixando o pedal mais duro e mais lento.

Com suspensão independente nas quatro rodas e câmbio com relação curta, o pequeno 147 que pesa 780 kg tem boa estabilidade e acelera bem.

Bateu saudades. Ainda vou ter um.

FCA – Fiat Chrysler Automobiles . Foto Leo Lara/Studio Cerri

 Porque a Fiat acredita no etanol

Depois de a Fiat desenvolver e produzir em série o primeiro motor movido a etanol no mundo, FCA está preparando o primeiro motor turbo a etanol, que promete chegar ao mercado brasileiro no transcorrer do ano que vem e, segundo a montadora, como um dos mais eficientes motores fabricados e vendidos no País.

Mas João Irineu, diretor de Assuntos Regulatórios da montadora, afirma que ele representará mais ainda. Será, no entender do executivo, também a terceira fase da história do etanol, iniciada nos anos 70 e que teve uma segunda etapa, após declínio no mercado ao longo dos anos 90, com a introdução da tecnologia flex em 2003.

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Hilux é o importado mais vendido http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/04/hilux-e-o-importado-mais-vendido/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/04/hilux-e-o-importado-mais-vendido/#respond Thu, 04 Jul 2019 15:26:33 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9924 Foram 19.796 licenciamentos da picape feita na Argentina; veja o ranking dos 50 importados mais vendidos no semestre.

A Hilux é o veículo importado mais vendido no Brasil. Vinda da Argentina, a picape da Toyota vendeu no primeiro semestre 19.796 unidades, quase o dobro do segundo colocado no ranking, o Cronos, com 10.991 unidades.

A maioria das picapes médias vendidas no Brasil é produzida na Argentina e muitas estão no topo do ranking. Além da Hilux, a Ranger (9.741 unidades e 3ª colocada), a Amarok (9.433 e 4ª) e a Frontier (3.837 e 10ª) estão entre os dez primeiros, além do SW4 (7º lugar com 6.664 unidades) derivado da Hilux.

Estão ainda entre os dez mais o Cruze sedã, 5º colocado com 8.978 unidades, o Tracker (6º com 8.685), o Jetta (8º com 5.833) e o Tiguan (9º com 5.590).

Entre os carros de marcas filiadas à Abeifa a associação dos fabricantes e importadores, o Sportage, da Kia, é o mais vendido. Ele está na 14ª posição no ranking geral, com 2.061 unidades.

Veja o ranking dos 50 importados mais vendidos no Brasil  no primeiro semestre de 2019

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Venda de importados em queda http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/03/venda-de-importados-em-queda/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/03/venda-de-importados-em-queda/#respond Wed, 03 Jul 2019 20:28:41 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9922 Setor culpa economia fraca e dólar alto pela retração

The new Volvo XC60

O mercado de importados fechou o primeiro semestre do ano com queda de 0,9%: foram licenciadas 139.120 unidades, contra 140.455 no mesmo período do ano passado, números referentes a todos os importados vendidos no Brasil, tanto das marcas filiadas à Abeifa (associação de fabricantes e importadores) como das filiadas à Anfavea.

Em junho, 21.946 importados foram licenciados: 11,8% menos que em maio (24.892) e 14,5% menos que em junho de 2018 (25.694).

Considerando apenas os filiados à Abeifa, foram 16.219 licenciamentos no semestre, queda de 9,6% sobre o do mesmo período do ano passado.

José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, associação que reúne 16 marcas importadoras, diz que “a economia do Brasil está estagnada”, por isso o mercado de importados está andando em marcha ré. O preço do dólar, que vive em oscilação, também interfere no preço dos veículos. O dirigente falou também da expectativa do setor em relação ao acordo Mercosul-Comunidade Européia.

Para Gandini, a reforma da previdência e as reformas tributárias propostas pelo atual governo do Brasil podem fazer a economia andar e acabar com a incerteza dos investidores.

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Acordo Mercosul-CE anima mercado http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/03/acordo-mercosul-ce-anima-mercado/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/03/acordo-mercosul-ce-anima-mercado/#respond Wed, 03 Jul 2019 19:25:30 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9919  

Alíquota de importação cai pela metade, mas restrição (cota de 32 mil carros/anos) vai até 2027

O acordo Mercosul-Comunidade Europeia, assinado pelos representantes dos dois blocos econômicos durante reunião do G20 no Japão, na semana passada, está animando o setor de veículo importados, que deverá ter a taxa de importação, hoje de 35%, reduzida pela metade.

Mas os dirigentes não conhecem ainda detalhes do acordo, sabem apenas que durante os primeiros sete anos haverá uma cota de 32 mil carros a serem importados de países europeus com a taxa de 17,5%.

José Luiz Gandini abriu nesta quarta-feira a coletiva de imprensa da Abeifa, a associação de fabricantes de importadores de veículos, dizendo:

“Todo mundo quer saber sobre o acordo. Eu também”

Explicou que não existe nada de concreto, que tudo precisa ser regulamentado e que até a França ameaçou não assinar, o que inviabilizaria o acordo.

Gandini disse que a aprovação do acordo pegou todo mundo de surpresa: “o próprio presidente Bolsonaro não imaginou que o acordo fosse assinado lá”.

O dirigente culpou a situação econômica do País e o dólar alto pelas dificuldades que o setor de importados passa. As vendas totais de carros importados no semestre caíram 0,9% em relação ao primeiro semestre de 2018, com vendas de 140.455 unidades (veja balanço do semestre), um péssimo desempenho, considerando que o mercado total de carros e comerciais leves teve alta de 10,8% no período. As marcas importadas filiadas à Abeifa tiveram um desempeno bem pior: queda de 9,6%, num total de 16.219 unidades.

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Os campeões de venda no semestre http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/02/os-campeoes-de-venda-no-semestre/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/02/os-campeoes-de-venda-no-semestre/#respond Tue, 02 Jul 2019 15:54:53 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9913

Renegade sobe nove posições no ranking e fica entre os Dez Mais

Faltando ainda seis meses para terminar o ano, já dá para prever, com certa tranqüilidade, que o Onix será, pela quarta vez seguida, o carro mais vendido no Brasil em 2019, dada a enorme distância que o separa dos concorrentes.

O balanço do semestre revela que o hatch da GM vendeu 116.911 unidades, mais do que o HB20 (52.999) e o Ka (48.508) somados, eles que ocupam a segunda e terceira posições no ranking, respectivamente.

As três primeiras posições permanecem inalteradas em relação ao ranking do primeiro semestre de 2018, mas há mudanças importantes na lista dos dez carros mais vendidos este ano.

Dois que estavam na lista no ano passado deixaram de figurar entre os Dez Mais este ano: o Jeep Compass, que era o décimo colocado no primeiro semestre de 2018, com 28.198 unidades, caiu para a décima segunda posição, com praticamente o mesmo volume de vendas: 28.035. Já o Toyota Corolla caiu do nono para o décimo quarto lugar e também reduziu o volume de vendas, de 28.556 para 26.088.

Outros dois, Argo e Renegade, entraram no primeiro pelotão: o hatch da Fiat saltou do décimo primeiro lugar no ano passado para o oitavo lugar agora (vendeu 27.986 no primeiro semestre de 2018 e 36.213 agora) e o suvinho da Jeep teve um aumento expressivo de vendas, passando de 21.434 para 33.052 unidades, o que lhe garantiu o nono lugar no ranking (era apenas o décimo oitavo no ano passado).

O crescimento mais expressivo dentro dos dez mais foi do Prisma, que subiu da sétima para a quarta posição; em seguida, o Renault Kwid saltou do oitavo para o quinto lugar. Já Gol, Polo e Strada perderam posições, embora tenham permanecido entre os dez mais vendidos.

O Gol caiu de quinto para sexto lugar, a Strada do sexto para sétimo e o Polo perdeu seis posições: do quarto para o décimo.

Veja o ranking dos 60 carros e comerciais leves mais vendidos no primeiro semestre de 2019

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A GM cresce e aparece http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/02/a-gm-cresce-e-aparece/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/02/a-gm-cresce-e-aparece/#respond Tue, 02 Jul 2019 15:53:11 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9911 – Líder, a GM foi a marca que mais conquistou participação no semestre; veja Quem Ganhou e Quem Perdeu

Líder há três anos, a GM continua se distanciando das concorrentes (veja Quem Mais Vendeu no semestre) e confirmando sua condição de marca mais vendida no Brasil. Com 222.056 licenciamentos (só de Onix foram 116.911: veja os mais vendidos no semestre), a estadunidense foi a que conquistou a maior fatia de mercado no primeiro semestre do ano: foram 31.653 carros a mais do que no mesmo período do ano passado, o que lhe garantiu um aumento de 0,9 ponto percentual, encerrando o período com 17,8% de participação. O volume é quatro vezes maior do que todas as vendas da Caoa Chery (8.531 unidades no semestre), a marca que mais cresceu percentualmente, com aumento de 276% (veja quadro).

Ainda bem que a GM não saiu do Brasil, né?

Renault e Fiat (0,7 ponto percentual) e Caoa Chery e Jeep (0,5pp) também tiveram aumentos significativos. A Renault vendeu 112.856 unidades, 18.933 a mais do que no primeiro semestre do ano passado; a Fiat vendeu 25.059 a mais, num total de 171.440 este ano. A Caoa Chery vendeu 6.265 carros a mais e a Jeep 11,5 mil.

Cresceram também a Citroën (0,2pp), Toyota (0,2pp) e Volkswagen (0,1pp), além da MAN, que conquistou 0,1pp com seu Furgão TGE. Todas as demais 33 marcas que atuam no mercado brasileiro não conquistaram participação ou perderam espaço no primeiro semestre: algumas delas tiveram aumento de vendas, mas num volume insuficiente para conquistar participação de mercado (veja Quem Mais Ganhou).

Algumas marcas aumentaram as vendas, mas não acompanharam o crescimento do mercado, portanto, perderam participação, caso da Hyundai, que embora tenha aumentado em 2,7% as vendas no semestre, por causa do seu grande volume de vendas, perdeu 0,6pp de participação.

Outras marcas perderam no volume de vendas e também participação, caso da Ford, a que mais perdeu este ano: a montadora vendeu 103.620 unidades, 3.144 carros a menos que no primeiro semestre do ano passado: teve uma evolução negativa (-2,9%) e perdeu 1,2 ponto percentual. E também a Nissan, que vendeu 2.586 carros a menos (apenas 43.994 este ano), 5,6% a menos que em 2018 e perdeu 0,6pp. Perderam também Kia, Peugeot, Mercedes-Benz e Audi, entre outras: veja Quem Mais Perdeu. E a Honda, que vendeu praticamente o mesmo volume nos dois períodos, perdeu 0,6pp.

Veja quem ganhou e quem perdeu mercado no semestre.

Veja o ranking dos mais vendidos no semestre

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Ka é o 2º do ranking http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/01/ka-e-o-2o-do-ranking/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2019/07/01/ka-e-o-2o-do-ranking/#respond Mon, 01 Jul 2019 17:44:44 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=9908 Veja os 50 carros mais vendidos em junho

Com 8.267 unidades, o Ka fechou junho como o segundo carro mais vendido no País, atrás do líder Onix, que vendeu mais do que o dobro: 19,5 mil carros. O HB20, que costuma ficar na segunda posição, caiu para terceiro no mês, mas com uma diferença muito pequena: a hatch da Hyundai vendeu 8.147 unidades.

Kwid (7.882 unidades) e Argo (7.539) ficaram na faixa dos sete mil carros, na quarta e quinta posições. Em seguida aparecerem, pela ordem, Gol, Strada e Prisma, na faixa dos seis mil carros (veja quadro). Renegade e Polo fecham a lista dos dez mais

Veja o ranking dos 50 carros mais vendidos em junho.

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