O Mundo em Movimento http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br O blog O Mundo em Movimento tem a pretensão de falar sobre vários assuntos, além do mundo do automóvel. Wed, 22 Feb 2017 20:07:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 O país do carro http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/22/o-pais-do-carro/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/22/o-pais-do-carro/#respond Wed, 22 Feb 2017 14:21:17 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7314 – O problema do trânsito não é o carro, mas a falta de planejamento
– No Brasil, o carro tem a preferência sobre todos os outros modais
– Por que países menores e com mais carros têm melhor mobilidade?

Ao volante do carro a gente tem a sensação de poder e liberdade, mas o trânsito nas grandes cidades transtorna a vida das pessoas, restringe o ir e vir, polui a atmosfera, fere e mata.

Muita gente acha que a solução é parar de produzir tanto carro. Outros acreditam que é preciso construir mais avenidas, pontes e viadutos para atender a demanda e outros são céticos em relação a qualquer solução. Entregaram os pontos. Mas o problema central é outro.

O Brasil ainda tem pouco carro para muita gente: são 5,1 habitantes para cada carro, enquanto a relação habitante/veículo em países desenvolvidos é de 1,4 hab/v (Itália) e 1,7 hab/v (Alemanha, Japão França), o que indica poderia ampliar muito a sua frota sem que, com isso, as cidades fossem levadas ao caos. Ora, então por que, com maior número de carros (em relação a habitantes), cidades da Europa, Japão, Estados Unidos têm um trânsito mais tranquilo, com menor número de acidentes e mortes?

As razões são muitas, passa por boa formação do motorista, melhor sinalização de trânsito, educação, punição rigorosa ao infrator, mas o ponto primordial está no planejamento.

Se a mobilidade for organizada é possível dobrar, triplicar, quadruplicar o número de carros e mesmo assim fazer com que as cidades tenham boa convivência com o trânsito.

Os países citados – Itália, Alemanha e Japão – têm territórios menores do que o do Brasil e frotas maiores.

O problema, acham alguns, é que no Brasil o carro está concentrado nos grandes centros, enquanto a população do interior carece de transporte. É verdade, mas mesmo as grandes cidades brasileiras têm uma concentração populacional bem menor dos que capitais europeias. Enquanto São Paulo tem 7,3 mil habitantes por quilômetro quadrado, Londres tem 12,3 mil, Barcelona 17,5 mil e Paris 21 mil hab/km2. Recife tem 7,4 mil, Rio de Janeiro 5 mil e Curitiba 4 mil habitantes por km2, conforme informação do especialista em Mobilidade Mateus Silveira, da FCA.

Uma sociedade organizada e planejada pode tornar o trânsito suportável, independentemente do número de carros. É preciso ir além das soluções óbvias, como rodízio, pedágio, limitação de acesso.

A implantação de um sistema escolar padronizado e de boa qualidade, assim como uma oferta de universidades em todas as regiões da cidade, poderiam contribuir para a redução do volume de carros nas ruas e consequentemente para a diminuição dos congestionamentos.

Estatísticas do CET indicam que o volume de carros cai significativamente durante as férias escolares (veja quadro). Por que os estudantes, seus pais e motoristas precisam se deslocar mais do que um ou dois quilômetros na cidade para frequentar a escola? Se houvesse estabelecimento que atendesse a demanda no próprio bairro, o estudante não precisaria buscar alternativas em outras regiões.

Os números do CET revelam que o trânsito de São Paulo poderia cair pela metade nos horários de pico, se não houvesse deslocamentos para o transporte de estudantes. Segundo o órgão responsável pelo trânsito da cidade, o congestionamento no período da manhã cai 50% durante as férias escolares. A média de quilômetros de congestionamento às 7 horas da manhã em 2015 foi de 47km. Nas férias escolares esse número caiu para 16km. No restante do dia as diferenças são menores, mas mesmo assim, no período de férias o trânsito é mais livre.

Mais do que nunca, a sociedade discute a questão da mobilidade urbana com o objetivo de encontrar soluções para minimizar o problema. Muitas alternativas são discutidas, como a redução da velocidade máxima implementada em São Paulo. A conectividade é outra ferramenta importante para a construção de uma mobilidade mais amigável.

Segundo o engenheiro Raul Colcher, do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos, a conectividade traz soluções que resolvem ou minimizam problemas urbanos, fornece informações no celular que ajudam no deslocamento, conecta o Waze, onde os usuários trocam informações sobre o trânsito e reduz o tempo das viagens. Os carros autônomos, por sua vez, estão chegando para reduzir distâncias, economizar combustível e garantir segurança e conforto ao usuário.

Já o transporte coletivo é, talvez, a maior garantia de um futuro menos trágico no trânsito urbano. Cidades como Nova York já provaram que a abundante oferta de transporte coletivo estimula o motorista a deixar o carro em casa, usando-o de forma mais parcimoniosa, em ocasiões especiais, utilizando o transporte público no dia a dia, que é mais rápido, mais barato e mais eficiente.

Como se vê, as alternativas para um trânsito mais amigável são muitas. A indústria e os gestores públicos deveriam investir mais em novas tecnologias, oferecendo alternativas de mobilidade para o cidadão.

Mas antes de buscar soluções para amenizar o sofrimento nos deslocamentos urbanos, seria saudável discutir a NECESSIDADE desses deslocamentos.

Célia Maria de Matos, empregada doméstica, leva três horas para se deslocar de Itaquera, onde reside, ao Brooklin, onde trabalha, uma distância de 50 quilômetros, perdendo tempo que poderia usufruir com a família e os amigos. A expulsão dos trabalhadores menos qualificados para a periferia gera esse problema.

O Plano Diretor das cidades deveria levar em conta essas questões, criando áreas populares em bairros centrais e incentivando a instalação de empresas nos bairros mais afastados, para manter o trabalhador na região onde reside, evitando assim longos deslocamentos.

Todos os modais de transportes devem ocupar um lugar nas cidades: ônibus, bicicleta, ciclomotor, scooter, moto, carro elétrico. Mas para isso é preciso mudar a cultura. O Brasil é país do carro. O carro pode tudo por aqui, em detrimento de outras formas de locomoção.

Ao volante do carro, você já deve ter tido a experiência de oferecer a passagem a um pedestre, na faixa, e ele se recusar a passar, preferindo que você passe primeiro. Ele está dizendo que a preferência é do carro.

A quem você acha que serve a passarela de pedestres? Ao pedestre, que é obrigado a subir longas rampas, ida e vinda, para atingir o alto da passarela, e repetir a maratona na descida? Ao contrário: a passarela PUNE o pedestre; SERVE ao carro, que, com ela, não tem o incômodo de parar para o pedestre passar. A passarela tem o único objetivo de manter o fluxo de carros na via. É portanto feita para o carro.

A ampliação da via, a construção de mais uma faixa de rolamento, de uma ponte ou um viaduto, ao contrário do que parece, não melhora o trânsito. Quando o poder público amplia as possibilidades de tráfego de veículos na cidade, ele está dando um indicativo de que o cidadão deve fazer o uso do automóvel.

Uma ponte nova é um convite ao para usar mais o carro. Não por acaso, qualquer ampliação de via se esgota rapidamente, Gilmar Tatto, secretário de Transportes da gestão Fernando Haddad, lembra que no dia imediatamente após a inauguração da Ponte Estaiada, que liga a avenida Roberto Marinho à Marginal Pinheiros, o complexo estava lotado. “Não poderia ter sido diferente – disse Tatto -, o cidadão atendeu a orientação das autoridades de trânsito. Se você amplia a oferta, incentiva o uso”. O ex-secretário lamentou que a obra não considerou a opção para outros modais, como pistas para bicicletas e pedestres.

O ideal seria que as cidades ampliassem outras opções de mobilidade, como ciclovias, faixas exclusivas do ônibus, calçadões para a população andar à pé, tornando as cidades mais amigáveis, mais interativas, mais acolhedoras e mais humanas.

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Animados, fabricantes de bicicletas querem crescer 19% http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/20/animados-fabricantes-de-bicicletas-querem-crescer-19/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/20/animados-fabricantes-de-bicicletas-querem-crescer-19/#respond Mon, 20 Feb 2017 18:06:49 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7305 – Mas movimento de janeiro ainda é fraco: aumento sobre dezembro, mas queda sobre janeiro de 2016

Em janeiro, a produção de bicicletas no Brasil somou 34.849 unidades, 128,6% acima do registrado em dezembro, mas queda de 13,8% sobre janeiro do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Abraciclo, associação dos fabricantes, com base na produção no Polo Industrial de Manaus.

Na verdade, não é um número que dá pra comemorar, pois a produção alta é decorrente dos baixos volumes registrados em dezembro, período de férias. Mesmo assim, os dirigentes estão otimistas em relação a 2017, porque muitas fábricas informaram expectativa de aumento da produção, principalmente de bicicletas mais sofisticadas, com maior valor agregado. Assim, além, de aumento do volume de unidades, a expectativa é de um crescimento ainda maior do faturamento das empresas.

A Abraciclo faz uma projeção de crescimento de 19% na produção de bicicletas este ano.

Janeiro mostrou também aumento das exportações e redução das importações, embora os números vendidos lá fora sejam bem menores. Foram vendidas ao mercado externo 660 unidades, todas para Angola. Em janeiro do ano passado foram apenas 40.

Por sua vez, foram trazidas da China (8.056), Taiwan (1.638) e Hong Kong (1.035 unidades) 11.201 unidades, bem menos do que no mesmo mês de 2016, quando foram importadas 16.861 bicicletas, conforme informação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

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Líder mundial, Brasil tem 160 mil blindados http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/20/lider-mundial-brasil-tem-278-mil-blindados/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/20/lider-mundial-brasil-tem-278-mil-blindados/#respond Mon, 20 Feb 2017 18:01:53 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7302
Se há um setor em que o Brasil avançou tanto nos últimos anos que o fez líder mundial, é o de veículos blindados.

Não falo de tanque de Guerra, de carro de combate de Artilharia. Não… o Brasil é dono da maior frota do mundo de CARROS DE PASSEIO BLINDADOS. Usados pra proteger as pessoas da guerra do dia a dia, que mata mais do que na Síria.

Não é força de expressão, não. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que há mais assassinatos no Brasil do que em países que estão em guerra. Na Síria, em quatro anos, morreram 256 mil pessoas. No Brasil, 278 mil no mesmo período.

Segundo a Associação Brasileira de Blindagem, em 1995 o Brasil tinha 388 veículos blindados. Hoje, 20 anos depois, a frota de blindados passa de 160 mil unidades, o que coloca o Brasil na liderança mundial, na frente de outros dois grandes consumidores de segurança: Estados Unidos e México.

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Verão, hora de cuidar do ar condicionado http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/17/verao-hora-de-cuidar-do-ar-condicionado/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/17/verao-hora-de-cuidar-do-ar-condicionado/#respond Fri, 17 Feb 2017 19:28:04 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7286
Hoje o ar-condicionado é equipamento obrigatório na maioria dos carros, mesmo no modelo popular, de entrada.

E nesse calor não há como ficar sem o equipamento. Mas é preciso fazer a manutenção, a limpeza de ar condicionado para evitar doenças nos ocupantes do carro.

A sujeira nos filtros e dutos desenvolve fungos e bactérias que podem causar problemas respiratórios e alergia.

O serviço de limpeza do ar-condicionado é recomendado a cada seis meses ou a qualquer momento quando este começar a exalar odor

O filtro detém até 95% da poeira a de material particulado e também bactérias.

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Dente-de-leão é usado na produção de pneu http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/16/dente-de-leao-e-usado-na-producao-de-pneu/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/16/dente-de-leao-e-usado-na-producao-de-pneu/#respond Thu, 16 Feb 2017 18:21:27 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7282 – Continental mostrou um protótipo feito com látex da raiz da planta, que substitui a borracha da seringueira 

A Continental desenvolveu na Alemanha uma nova borracha para a produção de pneus, que é a sua especialidade, e também de outros produtos, a partir da seiva de látex da raiz da espécie conhecida como dente-de-leão.

A empresa está apresentando agora, após cinco anos do início da pesquisa, o primeiro pneu com banda de rodagem feita da borracha de dente-de-leão.

Não é a planta brasileira com o mesmo nome, que é usada para tratamento medicinais, mas a versão russa, cujo nome oficial é Taraxagum koksaghyz.

Trata-se de uma alternativa à borracha natural proveniente da hevea brasiliensis, a seringueira brasileira. Os técnicos concluíram que dente-de-leão reduz a dependência pela borracha natural tradicional e pode ser cultivado na Europa, o que encurta as distâncias de transporte para as fábricas da empresa no continente.

O novo produto é ideal para o uso em veículos comerciais. O pneu para carro de passeio necessita entre um e três quilos de borracha natural e para veículo comercial entre 20 kg e 25 kg.

A Continental investiu R$ 120 milhões no centro de pesquisas em Anklam, na Alemanha, para a produção de borracha de dente-de-leão russo

O primeiro protótipo produzido a partir dessa matéria-prima é o modelo Conti EcoPlus HD3, que deve entrar em produção em larga escala nos próximos cinco a dez anos

Veja o vídeo que conta a história da produção de borracha de dente-de-leão, fornecido pela Continental (em inglês)

https://www.youtube.com/watch?v=kopYImfhPgo

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Marcas querem melhorar valor de revenda http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/15/marcas-querem-melhorar-valor-de-revenda/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/15/marcas-querem-melhorar-valor-de-revenda/#respond Wed, 15 Feb 2017 18:06:05 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7277 Ao mesmo tempo em que revela os carros e as marcas que obtêm bom valor na hora da revenda, o Estudo de Depreciação da Agência Autoinforme, base da Certificação Maior Valor de Revenda, revela também os modelos que mais perdem valor após um ano de uso, o que prejudica a imagem da marca e afasta não apenas novos compradores, mas também os atuais proprietários, que eventualmente não manterão a fidelidade.

Chery_tiggo

São várias as razões que levam o consumidor a optar por outra marca na hora de trocar de carro, mas certamente o baixo valor de revenda é uma das principais delas, pois é decepcionante o mercado – e principalmente a concessionária da própria marca – desvalorizar o seu carro, quando não, rejeitá-lo, nem sequer o aceitando na troca por um modelo novo da mesma marca.

Na lista dos carros mais depreciados do mercado figuram alguns modelos de marcas bem posicionadas no ranking das bem valorizadas. Normalmente um carro que não foi muito bem aceito, pouco procurado no mercado de usados, com alto custo de revisão e de peças de reposição. Exemplos: Hyundai Elantra, BMW Série 3 e Nissan Frontier. O Elantra foi o mais desvalorizado dos três, com perda de 20,3% após um ano de uso. O Séria 3 perde 18,1% e a picape 16,9%. Freemont, Cherokee, Pajero TR4 e Tracker também tiveram depreciações expressivas no último Estudo de Depreciação, de 2016 (veja ranking).

Mas algumas marcas têm problemas crônicos de imagem no mercado de usados e consequentemente seus carros perdem muito o valor de revenda. Nada a ver com a qualidade do produto, mas com uma política inadequada de pós venda (ou de inexistência dela), de atendimento ao consumidor, de planejamento de revisões, preço de oficina e peças e, principalmente, valorização do usado na hora da troca por um novo.

JAC, Citroën e Chery, por exemplo, tiveram modelos classificados nas últimas posições entre os 131 carros considerados no Estudo, com índices de depreciação acima de 20%.

jac_j3_turin

O JAC J3 Turin perdeu 21,3% após um ano de uso; o Chery Tiggo 21,9%, o Citroën C4 Loung 20,1% e o C3 Picasso 22,2%.

c3-picasso

A necessidade de estar entre as marcas mais aceitas pelo consumidor está fazendo com que as empresas incrementem ações de pós venda.

A Citroën lançou um programa chamado Compromisso Citroën, que propõe as revisões programas aos seus clientes pelo preço de R$ 1 por dia e criou uma política de valorizar o carro usado da marca: um C4 Louge usado nas concessionárias da marca vale no mínimo 85% da cotação da Tabela Fipe.

A depreciação de um carro não tem a ver com a qualidade do produto ou com o valor atribuído pelo consumidor a aspectos técnicos. Dirigentes da Citroën reconhecem que os modelos da marca perdem valor residual, embora os carros sejam valorizados em relação a design, tecnologia e conforto. É uma questão de imagem. Veja o carro C3 e do Aircross. São carros muito parecidos, dividem a mesma plataforma, sistemas e peças, e no entanto têm um índice de depreciação muito diferente: enquanto o C3 registrou perda de apenas 11,4% do preço no último Estudo de Depreciação Autoinforme, o Aircross perdeu 18,6%.

Outra marca que não tem boa valorização na hora da revenda, a JAC tem um programa de pós venda para melhorar a imagem junto ao consumidor. Recentemente lançou um programa de revisões gratuitas de 50 e 100 mil quilômetros, com o objetivo de dar tranquilidade ao dono do carro mesmo em longo período.

O consumidor que seguir corretamente o plano de manutenção programada (três, 20, 30 e 40 mil km) ganha a revisão de 50 mil. Também as revisões de 100 mil, 150 mil e 200 mil não terão custo.

Com essa medida, a empresa sinaliza ao mercado que acredita da longa durabilidade dos seus carros e chama o consumidor a apostar nisso.

A proposta de apostar na longevidade dos produtos é levada também pela assessoria de imprensa da marca, que, de forma inédita, disponibiliza para a imprensa especializada carros usados da frota da empresa para teste de direção.

Já a Chery está preparando ações de pós venda para o próximo período, adaptando-se à nova realidade, que tem como base a redução de 50% na rede de revendas em 2017.

Os 20 carros que mais perdem valor

1) Citroën C3 Picasso            -22,2%

2) Chery Tiggo                       -21,9%

3) JAC J3 Turin                      -21,1%

4) Hyundai Elantra                -20,3%

5) Citroën C4 Lounge                        -20,1%

6) Chevrolet Cobalt               -19,1%

7) Chery Celer sedã               -18,9%

8) Citroën Aircross                 -18,6%

9) BMW Série 5                     -18,1%

10) Hyundai Grand Santafe  -17,6%

Fonte: Autoinforme (Selo Maior Valor de Revenda 2016

Quinzena fraca indica um fevereiro sofrível

Com apenas 60 mil carros, a primeira quinzena de fevereiro registrou um dos piores desempenhos do setor dos últimos tempos. Fevereiro já é um mês curto, de 28 dias corridos. acrescente-se a isso os feriados de Carnaval e o fraco fluxo nas lojas, o resultado deverá ser mais uma daqueles “pior mês dos últimos x anos”.

Só dá Ônix

Líder em 2016 e em janeiro de 2017, o Onix fechou a quinzena também em primeiro no ranking por modelo. A novidade é a Toro em sexto lugar e a Saveiro na frente da Strada.

Mais barato, seminovo é a opção também em 2017

Ainda sem confiança na economia, consumidor continua apostando no carro seminovo: o segmento começou o ano com crescimento de 34,5% (dados de janeiro), enquanto as vendas de novos continuam caindo. O consumidor está certo: o seminovo é a uma boa opção do ponto de vista financeiro: só precisa ficar espeto pra não comprar um carro com problema.

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Quinzena fraca indica um fevereiro sofrível http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/14/quinzena-fraca-indica-um-fevereiro-sofrivel/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/14/quinzena-fraca-indica-um-fevereiro-sofrivel/#respond Tue, 14 Feb 2017 13:20:37 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7270 – Foram apenas 6.675 carros por dia

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Com apenas 60.078 carros, a primeira quinzena de fevereiro registrou um dos piores desempenhos do setor dos últimos tempos; foram 6.675 unidades por dia.

Fevereiro já é um mês curto, de 28 dias corridos. Acrescente-se a isso os dias de Carnaval, feriado na terça 28 e dia praticamente sem movimento na segunda 27. Soma-se ainda o fraco movimento nas lojas e o resultado deverá ser mais um “pior mês dos últimos dez, onze, doze anos…”.

No acumulado do ano – primeiro de janeiro e 13 de fevereiro –, o resultado é 1,01% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado: neste ano foram vendidas 203.658 unidades e em 2016 (2015.731).

A GM mantém folgada liderança, com 10.758 carros vendidos e 17,9% de participação e o segundo lugar está indefinido, com a Volkswagen se aproximando da Fiat: a italiana tem 14,6% (vendeu 8.761 carros) e a alemã 14,1% (8.459). A Hyundai está recuperando o quatro lugar perdido em janeiro e a Ford volta para a sexta posição. Entre elas, a Toyota mantém o quinto posto; Honda, Renault, Jeep e Nissan completam a lista das dez mais vendidas.

Veja o ranking da quinzena por marca

O Onix, da GM, continua firme na liderança, veja o ranking dos 40 carros mais vendidos na quinzena

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Onix: não tem pra ninguém http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/14/onix-nao-tem-pra-ninguem/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/14/onix-nao-tem-pra-ninguem/#respond Tue, 14 Feb 2017 13:14:11 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7266 Activ_5

O Onix se distancia dos demais concorrentes e coloca 2,5 mil unidades à frente no HB20, segundo colocado, já na primeira quinzena de fevereiro. O hatch da GM vendeu 5.628 unidades no período, contra 3.208 do modelo da Hyundai.

Ford Ka e Gol aparecem em seguida, na terceira  e quarta posições e depois o Corolla, quinto colocado. A surpresa é a presença da picape Toro em sexto lugar, com 1.674 unidades vendidas.

Honda HR-V, Saveiro, Strada e Fox completam os dez mais vendidos na quinzena. Observe que a Strada, nona colocada, que é tradicionalmente a picape mais vendida, foi superada tanto pela “irmã” Toro como pela rival Saveiro, da Volkswagen, que ficou na oitava posição. O Mobi é o 11º, colocado.

Veja os 40 carros mais vendidos na quinzena

As vendas continuam fracas, apenas 60.078 carros vendidos na quinzena, veja a matéria completa

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Consórcio: números negativos, expectativa positiva http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/03/consorcio-numeros-negativos-expectativa-positiva/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/03/consorcio-numeros-negativos-expectativa-positiva/#respond Fri, 03 Feb 2017 12:29:41 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7260 – Crescimento expressivo no segundo semestre do ano passado indica um 2017 promissor

consorcio

Assim como a maioria dos setores da economia, o consórcio atravessou 2016 em dificuldade, encerrando o ano com resultado 5% inferior ao registrado em 2015.

Mas o setor enxerga o balanço como MUITO POSITIVO porque houve um crescimento expressivo no segundo semestre, quando foram comercializadas 1,27 milhão de novas cotas, 24,5% mais do que nos seis primeiros meses do ano. Quer dizer: apesar do resultado negativo no ano fechado, os negócios estão em franco crescimento.

Daí a perspectiva de um 2017 vigoroso.

O consórcio, como os demais setores da economia, enfrenta dificuldades nas crises econômicas, mas ele acaba sendo uma alternativa pro consumidor, justamente nos momentos em que ele tem dificuldade para comprar à vista e mesmo fazer um financiamento, com tanta restrição para obtenção de crédito.

O consórcio acaba sendo uma poupança: a pessoa vai pagando uma pequena mensalidade, quando menos espera é sorteada, ou pode também dar um lance e obter a carta de crédito.

O setor de veículos representa 87% dos negócios de consórcio. Teve em 2016 dois milhões de adesões e mais de um milhão de cotas contempladas. O total de negócios no segmento atingiu R$ 83,8 bilhões em créditos comercializados.

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Onix dispara e vende quase o dobro do HB20 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/01/onix-dispara-e-vende-quase-o-dobro-do-hb20/ http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/2017/02/01/onix-dispara-e-vende-quase-o-dobro-do-hb20/#respond Wed, 01 Feb 2017 14:45:34 +0000 http://omundoemmovimento.blogosfera.uol.com.br/?p=7253  – No primeiro mês cheio de vendas, o Hyundai Creta vendeu 1.184 unidades

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Se no ano passado o Onix e o HB20 andaram juntos,  únicos que venderam mais de dez mil unidades por mês, este ano ele começou detonando o adversário. O hatch da GM vendeu 13.903 unidades em janeiro, quase o dobro do volume registrado pelo Hyundai HB20, o segundo colocado, numa mostra de que ele poderá repetir o desempenho no ano passado e ser mais uma vez o carro mais vendido no Brasil em 2017.

De uma forma geral, as posições no ranking não tiveram grandes modificações em relação ao ano passado, apenas os volumes de venda sofreram mudanças. Caso do Ka, terceiro colocado, que encostou no HB20. Gol em quarto, Strada em quinto e Sandero em sexto também não são surpresas.

Prisma, Corolla, Fox e HR-V completam a lista dos dez carros mais vendidos no Brasil neste início de ano.

Compass, Creta – que vendeu 1.184 unidades no seu primeiro mês de vendas – e Etios iniciam o ano vigorosos; já Renegade de HB20S despencaram no ranking.

Veja os 50 carros mais vendidos em janeiro 

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